A síndrome metabólica, é uma condução comum, na qual o indivíduo pode apresentar: obesidade, pressão arterial e glicose sanguínea aumentadas, além de dislipidemias. Quando estes fatores de riscos se agrupam, a probabilidade de desenvolver doença coronária, acidente vascular cerebral (AVC) e diabetes é elevada.
A ocorrência da doença está relacionada com fatores genéticos, hormonais, estilo de vida, obesidade, sedentarismo e excesso de consumo de macronutrientes (altas ingestões de ácidos gordos saturados e trans).
É caracterizada pela associação de resistência à insulina e hiperinsulinemia, dislipidemia (perfil aterogénico dos lipídios plasmáticos), hipertensão, obesidade abdominal (visceral) e intolerância à glicose. A síndrome também está relacionada com anomalias da coagulação sanguínea e hiperuricemia. Stress psicossocial e traços psiquiátricos anormais, também estão relacionados com a Síndrome.
A resistência à insulina/hiperinsulinemia induzida pela dieta, ocorre geralmente antes das manifestações da síndrome metabólica. O diagnostico inclui três ou mais dos cinco fatores:
Glicose sanguínea elevada (glicose em jejum ≥ 110mg/dl);
Excesso de peso com aumento do perímetro da cintura: homens> 102 cm; mulheres > 88 cm;
Estima-se que em Portugal mais de 1/3 da população seja afetada pela Síndrome Metabólica. Ocorre geralmente na idade adulta, sendo mais comum em homens.
Como combater/prevenir a Síndrome Metabólica?
A Síndrome Metabólica requer o controlo de cada fator de risco. Nutrição inadequada e sedentarismo são os principais fatores de risco. A monotorização regular da pressão arterial, colesterol e glicose é importante para detetar o problema, mesmo se o individuo não apresentar sintomas.
Assim adotar um estilo de vida saudável é a melhor forma de prevenir esta doença.